"Não vai haver qualquer definição brusca do que vai acontecer", afirmou. Teich também pregou que as decisões sejam tomadas com maior volume possível de informações. Ele disse ser necessário haver o maior volume possível de dados no mais curto espaço de tempo.
O novo ministro afirmou ainda haver "alinhamento completo" entre ele e o presidente Bolsonaro e destacou que saúde e economia devem ser tratadas de forma complementar, sem polarização.
Teich também sinalizou que seguirá a ciência. "Tudo aqui vai ser tratado de forma absolutamente técnica e científica."
Sobre as opções de tratamento, numa referência ao uso de cloroquina, o ministro afirmou que a intenção é "disponibilizar o que existe, dentro do ideal."
No discurso de despedida, o antecessor, Mandetta, pediu à equipe que ajude o novo ministro e não se afaste da ciência.
O Povo Online