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Samu opera na Capital com 42% da equipe.

Samu opera na Capital com 42% da equipe.

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
04/10/2011 às 10h24 Atualizada em 04/10/2011 às 10h24
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está operando com sua capacidade médica de atendimento reduzida. Desde o último fim de semana, com o término do cumprimento de aviso prévio por parte de médicos terceirizados, o serviço de atendimento está sendo prejudicado. Ontem, segundo o diretor clínico do Samu, Messias Simões, somente três médicos estiveram trabalhando, dos sete previstos. Ou seja, apenas 42% da equipe. O diretor afirmou que somente sete médicos foram descredenciados do órgão até agora e que alguns que faltaram nos plantões não justificaram ainda suas ausências e nem apresentaram individualmente seus pedidos de desligamento.Não posso considerar descredenciados aqueles que faltaram à escala do fim de semana, se no setor que dirijo nenhum pedido recebi. Também aguardo justificativa dos faltosos para posterior decisão, além do que, o pedido de desligamento tem de ser de forma individual", disse.Com relação às providências para que os serviços prestados pelo Samu não venha a se agravar cada vez mais, Simões acrescentou que está ampliando a jornada de trabalho dos médicos plantonistas. Outra medida será a convocação de médicos que se submeteram ao último concurso público da Prefeitura. Ele disse ainda que, dentro de 15 dias, os trabalhos de atendimento do órgão que dirige voltará à normalidade. (DN/AVSQ).