De acordo com o estudo, as perdas coincidem com o fechamento de estabelecimentos comerciais decretado por vários estados e municípios no País desde a segunda quinzena de março.
No Ceará, lojas de atividades não essenciais estão com funcionamento suspenso desde 20 de março. A medida decretada pelo governador Camilo Santana segue até o próximo dia 5 de maio, prazo que pode ser prorrogado.
Para Maurício Filizola, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará (Fecomércio-CE), mesmo com a alternativa de vendas por meio de delivery para atender as necessidades da população, não é suficiente para suprir o volume de vendas anterior.
Diário do Nordeste