A associação informou nesta quinta-feira (7) que um dos métodos usados pelos hospitais privados para administrar a demanda é suspender por algumas horas o atendimento no pronto-socorro.
“A paralisação (no atendimento) não é nada proposital. O que ocorre é que como nós estamos variando uma lotação entre 98% e 100%. Nós estamos suspendendo, às vezes por 4 horas ou 6 horas, porque isso é muito dinâmico. Vai acontecendo as altas e nós vamos colocando os pacientes que vão chegando", afirmou Aramicy.
Na noite desta quarta-feira (6), no hospital Uniclinic, na Avenida Aguanambi, houve uma suspensão temporária dos serviços de pronto atendimento em virtude do grande volume de pacientes que procuraram atendimento na unidade.
O hospital São Mateus, no Bairro Papicu, relatou à Promotoria de Justiça e Defesa da Saúde Pública nesta quarta (6), que estava atuando com 100% da capacidade, com ocupação integral dos leitos clínicos e de UTI.
Diário do Nordeste