O monitoramento revela que janeiro passado foi o período que registrou um número elevado de queimadas (94). Em fevereiro, foram apenas oito, março caiu para dois, em abril não há registro e em maio, três.
O elevado número de ocorrências em janeiro coincide com o período de preparo de solo para o plantio agrícola de sequeiro. Muitos agricultores ainda mantêm uma prática antiga de fazer roço, juntar os tratos culturais secos (galhos, folhas e tronco) e queimar.
Ceará Agora