Ryan lembrou que o Brasil é um país "muito grande, tem uma população muito diversa, parte dela muito vulnerável, particularmente em áreas urbanas, populações indígenas e outras".
Além disso, afirmou que a OMS "continuará a apoiar o Brasil, e o povo do Brasil" na luta contra a doença. "É, porém, ao mesmo tempo muito importante que as mensagens sobre transparência e compartilhamento de informação sejam consistentes e que possamos confiar nas informações dos nossos parceiros do Brasil", enfatizou, lembrando que isso é importante também para que a população possa "gerenciar seus riscos".
A autoridade pediu que "qualquer confusão que exista possa ser resolvida" em relação aos números e que os governos federal e estaduais possam continuar a se comunicar "de modo transparente com seus cidadãos a fim de acabar com essa pandemia o mais rápido possível".
Estadão Conteúdo