Hoje, o Município é um dos que está sob isolamento mais rígido, a partir de decreto estadual, ao lado de Acaraú, Camocim e Itarema. “Amanhã saberemos se poderemos entrar na fase de transição”, antecipa Silva Kataoka, secretária da Ouvidoria, Controladoria e Gestão de Sobral.
O professor Fábio Cammarota, um dos responsáveis pelo plano, explica que o documento traz conteúdo técnico consistente, com base científica, para oferecer segurança à sociedade. “Em pouco momentos a sociedade viveu uma situação como essas. O país e o mundo não estavam preparados para estas restrições”, inicia.
No início, apresenta a cronologia da abertura. “Mas isso não é estático. Os números são dinâmicos. Temos que avaliar os indicadores a cada dia. Muitas vezes a pandemia não responde como a gente espera”, alerta Fábio. Apesar de acredita que todos os setores foram contemplados, o professor ressalta que, por alguma especificidade local, o protocolo do plano possa ser revisto.
Nele, três indicadores apontarão o momento de retomada do setor econômico: taxa de infecção, taxa de internações e a disponibilidade de vagas na rede hospitalar. A reabertura se dará em quatro etapas. “São quatro faixas de risco. A quatro é mais branda, seguindo até a um, que exige mais restrição”, explica o professor Nildo Luzio, especialista em políticas públicas.
Diário do Nordeste