Na primeira edição, foram realizadas 17 escutas solidárias e 17 assessorias jurídicas, sendo cinco desses para pessoas de fora do Ceará. De acordo com o Instituto, as principais dúvidas foram em relação a divórcio, a guarda dos filhos e como fazer a denúncia do agressor. A partir do dia 29 de julho, já é possível fazer agendamentos, no link compartilhado no
Instagram @associacaomarta.
Lara Luna, uma das idealizadoras do projeto, conta que a primeira edição surgiu por conta do grande aumento dos casos de violência doméstica no período da quarentena. “Nós, da Associação Marta, nos sensibilizamos com essa situação e recrutamos advogadas e psicólogas voluntárias para prestar os serviços de assessoria jurídica e escuta solidária gratuitamente”.
O POVO Online