Conforme o assessor econômico da instituição, Antônio José, os postos de combustíveis que têm estoques maiores demorarão um pouco mais para repassar os preços ao consumidor final. "É importante pesquisar quando for abastecer, já que alguns locais poderão oferecer preços mais atrativos", diz.
Segundo o consultor na área de petróleo e gás, Bruno Iughetti, a alta dos derivados se dá pela variação cambial, uma vez que a Petrobras, como importadora e exportadora, deve manter paridade internacional quanto ao valor dos barris de petróleo, senão sairia prejudicada.
No entanto, para o consultor, a alta da gasolina e do diesel é inesperada, considerando que na última sexta-feira (9), o preço do petróleo cru fechou em US$ 40, uma queda de 1,6%. A flutuação deveria gerar uma movimentação inversa nos preços dos postos.
Diário do Nordeste