No Brasil, 5,675 milhões de pessoas foram contaminadas pelo novo coronavírus, e 162,6 mil pessoas morreram em decorrência da doença.
Países da Europa, que assistiram a um agravamento da situação no início do ano antes mesmo de a doença chegar com força no Brasil, voltaram a decretar medidas mais rigorosas de isolamento diante da segunda onda da doença. "Aqui começam a amedrontar povo brasileiro com segunda onda. Tem que enfrentar, é a vida", afirmou o presidente. "Temos que enfrentar, (ter) peito aberto, lutar", acrescentou Bolsonaro.
O presidente voltou a criticar decisões de prefeitos e governadores de restringir atividades no período mais crítico da pandemia no Brasil e comparou as medidas a "coisa de ditadura". "Algemar mulher de biquíni na praia é covardia, patifaria, coisa de ditadura. E me chamam de ditador", afirmou.
"Tenho, como chefe de Estado, que tomar decisões que não me deixaram tomar. O que faltou para nós não foi um líder, mas deixar o líder trabalhar", emendou.
Bolsonaro citou pesquisas, segundo ele ainda não comprovadas, que mostrariam que o número de mortes por covid não chegam a 20% do total de óbitos no País. "Não tem carinho, não tem sentimento? Tenho sim, por todos que morreram. Mas foi superdimensionado", criticou.
Estadão Conteúdo