Ao todo, serão investidos R$ 20 milhões, segundo Camilo. A meta é dar "mais disponibilidade tecnológica e facilitar o acesso" da população à saúde, de acordo com o Dr. Cabeto. Ele projeta que os aparelhos poderão ajudar a tratar politraumatismos, infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVC) em municípios do Interior, evitando deslocamentos mais longos até Fortaleza.
As aquisições serão divididas entre estabelecimentos da Capital, como o Hospital Geral de Fortaleza (HGF), bem como hospitais regionais e alguns hospitais-polo que dispõem de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).
Diário do Nordeste