Vereadora é presa pela Polícia Civil suspeita de envolvimento em chacina
Vereadora é presa pela Polícia Civil suspeita de envolvimento em chacina
Por: Thiago Rodrigues
19/12/2020 às 09h23Atualizada em 19/12/2020 às 09h23
Foto: Reprodução
A vereadora foi presa na casa de parentes no Bairro de Fátima, em Fortaleza. A ordem judicial é das investigações da Delegacia Regional de Quixadá, que indiciou seis pessoas pela chacina. Edivanda não resistiu à prisão. A apurações demonstram a atuação da vereadora no papel de auxiliar os executores. Ela teria dado apoio logístico e material para que o crime acontecesse.
A Justiça havia acatado a denúncia do Ministério Público contra Francisco Victor Azevedo Lima e Kelvin Azevedo Lima, suspeitos de atuar no apoio da chacina. Eles foram presos anteriormente. Os dois são filhos da vereadora Edivanda. O sexto suspeito está foragido e é Wanderson Delfino Queiroz, conhecido como "Interior". Ele seria chefe da facção criminosa que é apontada como responsável pelas mortes e teria participação direta no caso.
A testemunha sobrevivente afirmou em depoimento que todas as vítimas estavam na residência dela e, durante a madrugada, os indivíduos cercaram o local e bateram à porta dizendo ser da Polícia. Quando entraram na casa, os criminosos renderam as pessoas presentes e passaram a efetuar os tiros.
As investigações concluíram que Victor e Kelvin tiveram participação no evento criminoso com o fornecimento de água, comida, energia elétrica, o último item para facilitar o carregamento de celulares e uso de internet por wifi.