“Isso é muito importante saber, porque essa transmissão, esse tipo de cepa, está relacionado com um comportamento epidemiológico diferente”, aponta. Com a mutação do novo coronavírus, análises realizadas pela pasta apontaram que os pacientes apresentam um maior tempo de internação durante a segunda fase da doença, em que são registradas inflamações e pneumonias.
“Essa segunda fase é mais longa. Anteriormente, estávamos entre 7 e 10 dias, nós já estamos falando em até 14 dias. Isso aumenta ainda mais o risco e sobrecarrega o sistema assistencial”, coloca.
Ao todo, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) investiga 190 casos notificados da variante, tendo encaminhado para análise do sequenciamento viral. Já tiveram 27 ocorrências analisadas, apresentando a confirmação da doença em cerca de 7 em cada 10 casos. No entanto, o número ainda não pode ser definido porque as análises precisam ser consolidadas.
Diário do Nordeste