Além disso, a partida contará com presença de público: 6 mil ingressos serão disponibilizados para cada clube, totalizando até 12 mil torcedores no estádio.
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City e Chelsea farão a terceira final entre clubes ingleses na história da Champions. Por serem ambos da Inglaterra, a Uefa tentou realizar o jogo único da final, no país. O estádio de Wembley, em Londres, foi, até semana passada, um dos principais estádios considerados para sediar a partida decisiva. Wembley é o maior estádio inglês e o segundo maior da Europa, ficando atrás apenas do Camp Nou, do Barcelona.
Como já citado, é a segunda vez que se muda às pressas a sede de uma final da Liga dos Campeões. No ano passado, Portugal já havia sido o país a ter acolhido o último jogo da competição. Naquela ocasião, o Estádio da Luz, do Benfica, foi quem sediou a finalíssima daquela edição.
Isso é só mais uma prova de que até o futebol está se acostumando com o “novo normal”. A Uefa é um órgão renomado no âmbito esportivo e, mesmo assim, tem de se adequar onde e quando há disponibilidade. Claro que o momento pede sim esse cuidado, e respeitar as decisões das nações, das autoridades, como foi no caso da Turquia, é o mínimo que pode ser feito por parte de quem organiza os espetáculos.