Na tribuna, Feitosa afirmou que os quatro meses como congressista são motivo de "orgulho e satisfação". "Estarei para debater, dialogar e encontrar caminhos que levem nossa sociedade a dias cada vez melhores."
Chiquinho agradeceu a confiança do senador Tasso Jereissati, "que tanto já fez pelo estado do Ceará". Ele afirmou então que terá de manter o ritmo de trabalho do amigo tucano. Aliado do grupo político que governa o Ceará, liderado pelos irmãos pedetistas Ciro e Cid Gomes, Feitosa afirmou que o Estado tem vivenciado momentos de prosperidade, "impulsionado por uma educação pública de qualidade."
A posse de Feitosa foi acompanhada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, casado com a irmã do agora senador, e pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins.
Uma comitiva de peso político estadual e municipal acompanhou a posse de Chiquinho Feitosa. Estiveram no plenário o prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), e dois potenciais candidatos ao Governo do Ceará pelo PDT em 2022: o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, e o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE), Evandro Leitão.
A presença massiva de lideranças ferreiragomistas se dá num ambiente de disputa no Ceará pelo comando do União Brasil, oriundo da fusão entre DEM e PSL. O mandato de senador de Chiquinho Feitosa é também um trunfo na briga política pela direção estadual da legenda, travada com Capitão Wagner (Pros), diametralmente oposto ao grupo de Ciro e Cid.
O POVO