De acordo com Ricardson Dias, conselheiro tutelar, a família tem um histórico de agressão e de violência doméstica.
“A gente escutou a adolescente e ela relatou essa situação. Houve uma briga na escola e depois o pai disse que ela não sairia por baixo nessa história, então estimulou que a filha brigasse outra vez. Nessa ocasião, ele ficou assistindo. A adolescente ficou na situação que precisou ser socorrida”, disse.
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