Reginaldo Pinheiro, vice-presidente da Apeoc, disse que o movimento trouxe trabalhadores da educação aposentados, tanto professores quanto servidores e que o objetivo é “a modificação da legislação previdenciária que passou a taxar os aposentados que ganham a partir de dois salários mínimos".
Segundo ele, a reforma da previdência, no caso do Ceará, foi "mais danosa" ao taxar aposentados, gerando uma "indignação latente" sobre o tema. "O sindicato trabalha para mitigar os efeitos da reforma que passou a taxar aposentados que ganham acima de dois salários mínimos", declarou.
O dirigente alegou ainda que, na aprovação do projeto, membros da Apeoc estiveram no local e foram impedidos de entrar na AL-CE. "Foi preciso entrar na justiça, mas quando saiu a decisão já tinham votado tudo. O ato, portanto, é para revisar a legislação previdenciária estadual”, concluiu.
Mais cedo, o presidente da Apeoc, Anizio Melo esteve no local onde militou contra o que chamou de "deforma previdenciária" e pediu valorização dos servidores. Em discurso aos servidores, ele disse que tentaria negociar a entrada de uma comissão de servidores na AL-CE.
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