De acordo com informações, a jovem ficou internada no Hospital Municipal l (conhecido antigamente como Crei) durante vários dias e após a insistência da família, conseguiram uma transferência para um centro médico na capital paulista, porém ela acabou não resistindo.
Thamires da Silva, de 22 anos, que é tia Angélica, alegou negligência com o caso da sobrinha. “Em São Vicente não tinha hospital especializado, e depois de tanto corrermos atrás que saiu a vaga para o hospital especializado. Mas, houve negligência, porque ela ficou duas semanas no Crei antes de conseguir a vaga, demorou para sair essa vaga”.
Em entrevista, Silvia Regina dos Santos, 42, mãe da vítima, revelou detalhes sobre o dia em que tudo aconteceu: “Ela sofreu queimaduras cozinhando em álcool. Achou que a chama do potinho tinha acabado, virou o galão de álcool, o fogo veio para cima do galão e pegou no corpo dela. Ela se assustou, sacudiu o galão, e foi para o corpo dela todo”, explicou.
Ainda sobre esta situação, a tia da jovem complementou: “Ela não tinha dinheiro para comprar o gás, com o aumento do preço ainda, a única maneira que ela conseguiu foi cozinhar com álcool”.
Metro