Odálio Girão destaca que, nesta terça-feira (1º), a Ceasa-CE ainda está com bom estoque de frutas e verduras, mas não é suficiente para . “É preocupante porque nossa modal terrestre é de 98%. Os caminhões vêm distante, mais de 3 mil quilômetros pra chegar até a Ceasa do Nordeste e do Ceará, e se demorar mais complica”, pontua.
O analista de mercado explica ainda que as frutas frescas, como maçã, pera e uva que vêm dos estados do Sul e Sudeste do Brasil, são as que podem aumentar mais de preço. Ele cita ainda verduras e legumes, como repolho, cenoura e pimentão, entre os alimentos que devem ser mais afetados com esse bloqueio nas estradas. “São alimentos não-perecíveis que podem se estragar rápido. Se forem retido nas estradas é prejuízo para toda a cadeia, para o produtor, para o facilitador. E isso chega no mercado, ao consumidor, bem elevado”, finaliza.
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