De acordo com a PF, o homem não reagiu e confessou o crime. Ele foi indiciado por contrabando e colocado à disposição da Justiça Federal, podendo cumprir pena de até cinco anos de reclusão.
Apesar do alegado desconhecimento do empresário, a venda, importação e propaganda de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar, incluindo e-cigarettes, vapes e vapers, é proibida no Brasil desde 2009, a partir de resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O caso segue sendo investigado pela Polícia Federal para identificar o possível envolvimento de outras pessoas no contrabando.
O POVO