Uma audiência realizada de forma extraordinária pelo Ministério Público Estadual, através da sua Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), reuniu, na noite passada, representantes do movimento dos policiais e bombeiros militares e do governo. O comandante da PM, coronel Werisleik Matias, esteve no encontro.
A procuradora geral da Justiça no Ceará, Socorro França, tentou intermediar uma solução para a crise que se instalou no setor da Segurança Pública, mas, até o começo da madrugada deste sábado (quando esta edição foi fechada), isto não havia sido possível. Os PMs e bombeiros que cruzaram os braços listaram suas reivindicações e, além disso, exigiram que o Governo anistiasse todos os participantes do movimento, isto é, que eles não sejam, posteriormente, punidos. Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) chegou a ser redigido, porém, não foi assinado pelas partes. Os manifestantes prometiam realizar, ainda nesta madrugada, uma assembleia geral para que todos apreciassem o que teria sido estabelecido no TAC redigido pela Procuradoria da Justiça. Até o fechamento da edição, a assembleia não havia ainda sido iniciada. (DN/AVSQ).