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| Foto: Reprodução/TV Globo |
Depois de cem dias de programa, o “Big Brother Brasil 23” chega ao final nesta terça-feira (25). Cercado de expectativas, principalmente após uma edição que pareceu não empolgar tanto, como a de 2022, o “BBB” estreou apostando em novidades e dinâmicas diferentes.
Os participantes entraram na casa em duplas e disputaram o primeiro Paredão dessa forma; o Poder Curinga fez com que as estalecas ganhassem cada vez mais destaque dentro do jogo; os dummies tinham um novo visual; e o elenco parecia disposto a jogar desde o primeiro dia. Mas, apesar da empolgação inicial, as novas apostas pareceram não dar muito certo. Agora, após pouco mais de três meses, a edição 23 do reality global amarga a pior audiência já registrada pelo programa.
Segundo um levantamento feito pelo site Notícias da TV, até a última quarta-feira (19), a temporada atual do “Big Brother Brasil” teve média de audiência de 18,9 pontos na Grande São Paulo. Vale destacar que essa é a primeira vez que o programa tem média inferior a 20 pontos.
Mas, afinal, o que pode ter dado tão errado na edição de número 23 do “Big Brother Brasil”? A resposta pode estar na análise de vários fatores. Os primeiros parecem estar relacionados à própria edição feita pela equipe do programa e ao público. É isso o que aponta o jornalista Chico Barney. “O pay-per-view foi muito mais interessante do que a edição na Globo. O programa não soube tirar o melhor dos ótimos personagens desta temporada. Assim como o público, que parecia concentrado em encontrar semelhanças com histórias que já foram contadas. E isso empobreceu a experiência”, observa.
O Tempo