A variação nas precipitações e na distribuição de chuvas nas regiões do Estado devem marcar o cenário do ano. O titular da Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), Nelson Martins, lembrou que, a partir de fevereiro, serão construídas mais de 33 mil cisternas de placa, o que garantirá água para beber e para cozinhar, mesmo que a estiagem seja longa. O diretor de operações da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), Ricardo Adeodato, comentou que a situação é confortável em todo o Ceará, pois há 12,7 bilhões de metros cúbicos nos reservatórios, o que representa 70% da capacidade total. Já o coordenador da Defesa Civil, Alísio Santiago, apontou que as ações iniciaram cedo, com a indicação da necessidade de limpeza em 126 canais, dos quais 92 já foram realizadas pelas Regionais. Ele também apontou para três áreas de risco que receberam atenção, mas pedem cautela: o entorno do rio Maranguapinho, do Morro do Santiago e do Morro Santa Terezinha. “Nós estamos trabalhando para manter a segurança global da população e manter óbito zero em Fortaleza por conta das chuvas”.
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