Seguindo recomendações de segurança da ONU, o portal da Rio+20 contará com um grupo de resposta a ataques virtuais, equipamentos de monitoramento e até uma sala cofre para hospedar equipamentos e um sistema de espelhamento de dados em salas cofre remotas. Em caso de paralisação por ataque, o sistema prevê recuperação das atividades em até duas horas.Mas quem irá desenvolver o portal? O Serviço Federal de Processamento de Dados, mais conhecido como Serpro, órgão responsável pelos portais e blogs do Governo Federal, alvos de festa dos hackers no ano passado.
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