21°C 33°C
Santa Quitéria, CE
Publicidade

Polícia prende chefe de grupo criminoso que matou 14 pessoas no Ceará

Suspeito planejava executar outras quatro pessoas durante uma vaquejada neste fim de semana.

07/06/2024 às 14h07
Por: Raflézia Sousa Fonte: G1 Ceará
Compartilhe:
Polícia Civil/ Divulgação
Polícia Civil/ Divulgação

O chefe de um grupo criminoso suspeito de 14 assassinatos na cidade de Morada Nova foi preso pela polícia em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, na tarde da última terça-feira (4). Uma pistola turca e cem munições foram apreendidas.

Segundo a Polícia Civil, investigações coordenadas pela Delegacia Municipal de Morada Nova apontaram que o homem, de 31 anos, que não teve a identidade divulgada, era suspeito de integrar um grupo com atuação em crimes na cidade do interior do Ceará. Entre as vítimas do suspeito, está a ex-companheira dele e o atual dela, que foram assassinados. Além disso, a polícia descobriu que o homem estava planejando matar outras quatro pessoas durante uma vaquejada que será realizada neste fim de semana.

“Ela matou a ex-esposa dela, o companheiro dela e desde lá ele vem praticando diversos homicídios na cidade de Morada Nova. Além disso, ele é apontado como chefe de um grupo criminoso que age naquela região e estava planejando neste final de semana executar quatro pessoas em um evento na cidade, uma vaquejada", disse Erivelto Almeida, delegado titular de Morada Nova.

Durante a captura, o suspeito ainda tentou fugir, mas foi detido em posse de uma arma e munições. Após a prisão, o homem foi conduzido para a Delegacia Metropolitana de Maracanaú, onde foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e as ordens judiciais que existiam contra ele foram cumpridas.

As investigações acerca do homem, duraram cerca de dois anos, período que a polícia descobriu o envolvimento dele em homicídios e no grupo criminoso. Durante os trabalhos, a polícia também apurou que o grupo tem outros dois chefes, que foram presos pela Polícia Civil em dezembro do ano passado, em Santa Catarina. À época foram apreendidos dois veículos, munição e R$ 22 mil.

Publicidade
Publicidade
Publicidade