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Justiça proíbe Pânico de imitar ou se aproximar de Silvio Santos

Justiça proíbe Pânico de imitar ou se aproximar de Silvio Santos

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
03/06/2012 às 19h42 Atualizada em 03/06/2012 às 19h42
Justiça proíbe Pânico de imitar ou se aproximar de Silvio Santos
Foto: Reprodução
Por determinação do desembargador Vito Guglielmi, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, na última segunda-feira, os profissionais da Band estão proibidos de se aproximarem do apresentador em um raio de 100 metros, para captar imagens ou fazer entrevistas.Guglielmi também proibiu a Band "da perseguição, do cerco e do constrangimento à participação de Silvio Santos, dono e apresentador do SBT, em seus programas.Ainda de acordo com a decisão judicial, a Band também está impedida de fazer a "captação, utilização e exibição de suas imagens [de Silvio Santos] e características pessoais, inclusive por meio de imitações e caricaturas, principalmente no que envolva a sua exploração não autorizada, sob pena de multa diária de cem mil reais".Portanto, o humorista Wellington Muniz, o Ceará, que casou ontem com Mirela Santos, não pode mais interpretar o personagem que o consagrou na tevê, já no programa deste domingo (2).Castro conta ainda que a medida afeta todos os programas da Bandeirantes e que a liminar de segunda instância], foi pedida pelo próprio Silvio Santos.O dono do SBT teria ficado "profundamente aborrecido" com o fato de humoristas do Pânico terem dublado uma ação sua, colocando em sua boca um palavrão que ele não teria dito.O jornalista conta que nos programas dos dias 6 e 13 de maio, o Pânico mostrou Rodrigo Scarpa, o Repórter Vesgo, abordando Silvio Santos na entrada do salão de cabeleireiros Jassa, em São Paulo. Silvio Santos não quis conversa. Fez um gesto que o Pânico interpretou como um palavrão ("vai se f...").Silvio Santos recorreu ao Tribunal de Justiça porque não teve sucesso na primeira instância da Justiça. O juiz que analisou o caso negou liminar porque, avaliou, feriria a liberdade de imprensa.Cabe recurso da decisão.

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