Logo após o crime, Clérton foi achado morto com vários disparos de arma de fogo em um esconderijo onde costumava ir com conhecidos, inclusive para realizar o uso de entorpecentes, enquanto os dois comparsa foram localizados e conduzidos à delegacia. Na delegacia, Adílson e o menor de idade confessaram o crime de roubo, mas negaram terem assassinado o comparsa por causa de uma suposta briga pela divisão do roubo. Os dois foram recolhidos, enquanto Jorlean, o Lourinho(foto), permaneceu foragido.O delegado Kim Barreto, que comandou as investigações, à época dos fatos afirmou que caso Lourinho não se apresentasse nas próximas 24 horas, seria considerado foragido e teria sua prisão preventiva requerida à justiça.Após as investigações e com sua prisão decretada, Lourinho não teve outra alternativa a não ser se entregar à delegacia, entregar-se e confessar o roubo. Em seguida, foi enviado à Cadeia Pública, onde se encontra à disposição da justiça.
Com informações do delegado Kim Barreto