
O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), comentou o mais novo encontro promovido por Ciro Gomes e o grupo de oposição ao governador Elmano de Freitas (PT), unindo lideranças da direita e extrema direita do Ceará, como Capitão Wagner e Roberto Cláudio. “Faz parte da política”, declarou, mas não escondeu que vê o movimento como falta de coerência. A declaração foi dada logo após a posse do novo procurador-geral de Justiça do Ceará Herbet Santos, em entrevista exclusiva ao Opinião CE.
Camilo lembrou que um movimento semelhante aconteceu em 2024, quando os mesmos adversários se uniram pela candidatura de André Fernandes à Prefeitura de Fortaleza, mesmo que alguns “escondidos, porque têm vergonha de aparecer” sendo ligados ao bolsonarismo, provocou sem citar nomes.
Dessa vez, o gestor da Educação acredita que o grupo está “mostrando suas verdadeiras raízes”. O petista disse ainda que a oposição não faz política por ideias, mas “por ódio, interesses particulares ou partidários”.
“Eu serei sempre da política coerente com aquilo que sempre acreditei, que aprendi com meu pai [Eudoro Santana], um dos homens mais sérios da política desse estado. E eu vou continuar sempre acreditando naquilo que eu defendo, que é olhar para as pessoas que mais precisam e garantir oportunidades”, finalizou.