
O WhatsApp, do grupo Meta, está testando uma opção de senha para contas, descoberta na versão beta para Android 2.26.7.8, com o objetivo de barrar invasões mesmo com código SMS em mãos. A intenção é usar a ferramenta como complemento à verificação em duas etapas (2FA).
A senha alfanumérica deve ter de 6 a 20 caracteres, com pelo menos uma letra e um número, e passa por avaliação de força no app antes de aprovação. No login em novo dispositivo, após o código de seis dígitos via SMS, o usuário insere primeiro o PIN da 2FA (se ativa) e depois a senha da conta. Isso mitiga riscos como troca de chip (SIM swap) ou roubo de celular, forçando o invasor a decifrar camadas extras.
A funcionalidade surge após o lançamento, em janeiro de 2026, das “Configurações rigorosas de conta”, voltadas a alvos de ciberataques. Usuários poderão editar ou remover a senha a qualquer momento nas configurações.
Ainda em fase beta, sem data oficial de liberação para todos, o recurso foi flagrado em análises recentes de 17 a 23 de fevereiro. Enquanto aguarda, ative a 2FA em Configurações > Conta > Confirmação em duas etapas para proteção imediata.
Especialistas alertam para a importância de usar senhas fortes, misturando maiúsculas, números e símbolos, e evitar a reutilização da senha em outros serviços.
A segurança de dados protege informações pessoais, financeiras e profissionais contra roubo, vazamentos e manipulações. Sem ela, usuários e empresas enfrentam prejuízos graves, como fraudes e perda de privacidade.
Ela evita ataques como phishing, ransomware e invasões, que cresceram com IA maliciosa e hiperconectividade em 2026. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) impõe multas altas por falhas.
Usuários devem adotar autenticação forte e hábitos vigilantes, enquanto empresas investem em criptografia e IA defensiva. Em 2026, a segurança de dados é essencial para a transformação digital sustentável.