
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) celebrou, nesta segunda-feira (4), os 30 anos da urna eletrônica, considerada um dos principais símbolos da modernização do processo democrático no Brasil. Durante o evento, foi lançada a mascote “Pilili”, nome que faz referência ao som emitido pela urna no momento da confirmação do voto. A iniciativa busca aproximar a Justiça Eleitoral da população, especialmente do público jovem, reforçando a importância da participação cidadã.
Na abertura da cerimônia, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ressaltou atributos como segurança, confiabilidade, agilidade e auditabilidade do equipamento. “O voto é computado sem interferência de terceiros. É você, exclusivamente, com a sua escolha, com quem você acha que lhe representa”, afirmou.
A urna eletrônica completa três décadas neste mês. O primeiro uso ocorreu nas eleições municipais de 1996, marcando a transição do sistema em papel para o modelo digital. Desde então, o Brasil passou a ser referência internacional em processos eleitorais informatizados, com apuração rápida e resultados divulgados no mesmo dia da votação.
Com a adoção da urna eletrônica, o País superou problemas históricos do voto em papel, como fraudes, extravios e erros humanos. O sistema digital trouxe mais transparência e acessibilidade ao processo eleitoral.