
A convocação do técnico Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026 foi aprovada por três em cada quatro brasileiros conectados à internet, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (19) pela Human Data.
De acordo com o levantamento, realizado entre a última sexta-feira (15) e segunda-feira (18), dia do anúncio oficial da lista, 74% dos torcedores aprovaram os nomes escolhidos pelo treinador para representar a Seleção Brasileira no Mundial que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá. A pesquisa monitorou, em tempo real, portais de notícias, ambientes digitais e redes sociais como TikTok, Instagram, YouTube, Facebook e X, antigo Twitter.
Segundo o estudo, o interesse dos brasileiros pela convocação teve aumento de 258% na comparação com a Copa do Mundo de 2022, disputada no Catar. Ainda conforme os dados da Human Data, a lista de Ancelotti atingiu pico de 633 mil menções nas plataformas monitoradas, tornando-se uma das convocações mais comentadas da história recente da Seleção Brasileira nas redes sociais.
O atacante Neymar foi o atleta que mais mobilizou os torcedores durante o anúncio da convocação.
Segundo a pesquisa, Neymar acumulou 225 mil menções no período analisado, com destaque para vídeos de crianças reagindo emocionadas ao momento em que o nome do jogador foi citado por Ancelotti. O volume de citações envolvendo Neymar foi quase 11 vezes superior ao registrado pelo atacante Vinícius Júnior, que teve 20.519 menções.
Outro nome bastante comentado foi o do atacante Endrick. Segundo o levantamento, 22% do público demonstrou aprovação específica à convocação do jovem atacante, que disputará sua primeira Copa do Mundo.
Em nota divulgada pela assessoria da empresa, o diretor executivo da Human Data, Otávio Ereno, avaliou que a Seleção Brasileira segue despertando forte engajamento nacional. “A pesquisa mostra como a seleção brasileira continua mobilizando o País de forma única, despertando sentimentos positivos e negativos. A convocação deste ano, inclusive, tornou-se uma das mais mencionadas da história nas redes sociais, ultrapassando a bolha do futebol e ganhando relevância em diferentes esferas da sociedade”, afirma.
“Para as marcas, existe uma oportunidade enorme de participar dessas conversas em tempo real, independentemente de serem ou não patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo ou do time brasileiro”, completou.