
A Justiça determinou o arquivamento definitivo da investigação sobre a morte de Alane Mesquita, ocorrida em maio de 2023 em Monsenhor Tabosa, após acolher o pedido do Ministério Público, que concluiu não haver crime praticado por terceiro.
Segundo a defesa de Etevaldo Oliveira, seu esposo, a investigação durou cerca de três anos e contou com depoimentos, laudos periciais, exames balísticos, exames residuográficos e reprodução simulada dos fatos. Todas as provas coletadas pelas autoridades apontaram que não houve crime, afastando qualquer participação, induzimento, instigação ou auxílio de terceiros.
A defesa afirmou ainda que Etevaldo foi injustamente alvo de suspeitas durante o período da investigação e defendeu que a decisão judicial receba a mesma divulgação dada às acusações que repercutiram ao longo dos últimos anos.