
Falta menos de um ano para o Brasil receber, pela primeira vez, a Copa do Mundo Feminina de Futebol. A competição será disputada entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, reunindo 32 seleções e marcando a estreia do país como sede do principal torneio da modalidade.
A proximidade do Mundial já desperta o interesse de torcedores de diferentes idades. Além da expectativa pelo desempenho da Seleção Brasileira, a realização do torneio é vista como uma oportunidade para fortalecer o futebol feminino e ampliar o reconhecimento das mulheres no esporte.
Com esse objetivo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nomeou, em abril deste ano, a ex-capitã da Seleção Brasileira Aline Pellegrino como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo Feminina de 2027. Vice-campeã mundial em 2007 e medalhista olímpica em Atenas-2004, ela acredita que o principal legado da competição vai além do futebol.
“Nesse momento de reconhecimento do espaço da mulher nessa sociedade, o quanto essa Copa ela vai também pro lado social, pra gente enquanto sociedade ser uma sociedade mais igualitária. E eu acho que o futebol tem esse poder de mudança, de transformação”, pontua.
O torneio será realizado em oito cidades brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, que receberão as partidas da competição.
Criada em 1991, a Copa do Mundo Feminina teve apenas cinco seleções campeãs ao longo de nove edições. Os Estados Unidos lideram o ranking com quatro títulos, seguidos pela Alemanha, com dois. Noruega, Japão e Espanha conquistaram um troféu cada, sendo a equipe espanhola a atual campeã. Em casa, a Seleção Brasileira tentará levantar a taça pela primeira vez.