Visita
Psy desembarcou em Salvador no início da tarde de ontem para uma rápida passagem pelo Carnaval do Brasil. Da capital baiana ele seguiu para o Rio de Janeiro, onde acompanha hoje os desfiles das escolas de samba. Contratado por uma empresa de lâminas de barbear para promover uma campanha publicitária no Brasil, o rapper apareceu, na tarde de ontem, para um encontro com jornalistas com o figurino alternativo que o caracteriza - mesclando itens sociais, como paletó, a outros despojados, como camiseta sem gola e tênis branco -, mas sem a animação esperada. Psy não quis, por exemplo, fazer a coreografia que o tornou famoso. "Estou cansado", confidenciou. "Lancei o Gangnam Style há sete meses e, desde lá, tenho viajado o mundo fazendo apresentações. Tenho de guardar energia para o Carnaval". Aos jornalistas, o rapper disse ter a esperança de conseguir, no Brasil, força extra para seguir em sua turnê. "É a primeira vez que venho ao Brasil e minha impressão é de que sua população é bastante apaixonada, cheia de energia", avalia. "Espero aproveitar este momento ao máximo, sentir esta energia, me alimentar dela, para depois seguir ao próximo país". Amanhã, o cantor se apresenta na Malásia. Sobre o Carnaval o artista coreano, disse que, pelo que viu e ouviu, "é a festa mais louca do mundo". "Muitas pessoas me falaram sobre a festa e, pelo que entendi, é uma loucura por si só", conta. "Vim para pôr mais lenha na fogueira".
DN