Monsenhor Ximenes, como era carinhosamente chamado, tinha desde pequeno, uma “paixão ferroviária”, pelo fato de ser filho de maquinista, que lhe rendeu várias poesias e livros sobre a sua velha amiga, Maria Fumaça.
Santa Quitéria foi a cidade que lhe acolheu, a cidade do primeiro e único sacerdócio, esse que durou mais de quatro décadas. Sempre venerado pela população católica quiteriense, Luís Ximenes foi um grande cidadão, reconhecido pela sua prestação de serviços, que não foi pouca.
Seria bom se a vida fosse eterna, mas infelizmente um dia, temos que encerrar o nosso período na terra. E dia 04 de outubro de 1994 foi o dia de Monsenhor Ximenes, dia também de São Francisco. Após rezar uma Missa na Igreja Matriz de Santa Quitéria, o Monsenhor foi para a Casa Paroquial, onde minutos após, faleceu.
A população quiteriense, prestativa que és, homenageou e homenageia este sacerdote que até hoje, é bastante reverenciado, com graças alcançadas e ex-votos. Além disso, possui um vagão doado pela REFSA, que fica no Largo Monsenhor Ximenes, ao lado da Praça da Matriz e o Museu Monsenhor Ximenes, atrás da Igreja Matriz.
Monsenhor Ximenes foi e sempre será um exemplo de integridade, de respeito, de simplicidade e de humildade ao povo de Santa Quitéria.
Paz e bem a todos!