
No dia seguinte, a Polícia Civil prendeu o terceiro suspeito. Rafael inicialmente era tido como vítima do crime, já que ele supostamente estaria passando na frente da residência da vítima, à pé, no momento do crime. No entanto, ao aprofundar as investigações, a Polícia Civil descobriu fortes indícios de que a função de Rafael era justamente a de apontar qual seria a casa da vítima, pois a quadrilha era de outro município.

De acordo com o delegado Kim Barreto, que comandou as investigações, vários indícios apontaram a participação do três suspeitos no crime, que teve repercussão estadual pela violência com que foi cometido, haja vista que após vários minutos de tortura psicológica, o empresário teve sua orelha cortada, seu braço quebrado e jogaram álcool em sua mulher, ameaçando incendiá-la.
* Com informações do delegado Kim Barreto.