Ao checar seus documentos, os policiais descobriram que Canindé tinha contra si, um mandado de prisão em aberto, decretado pela Justiça em Santa Quitéria, devido a acusação de um assassinato. Em seguida, os policiais descobriram que o acusado teria contra um segundo mandado de prisão, que seria por outro homicídio ou por tráfico de drogas. Antonio Francivaldo não foi processado por infração à Lei Maria da Penha, porque sua esposa negou que ele tivesse agredido a mesma. O telefonema para a Polícia partiu de um filho dela, que vendo o acusado embriagado e com agressões verbais, temeu que sua mãe fosse espancada.
A reportagem esteve na cadeia pública de Varjota, mas o agente penitenciário não permitiu que nossa reportagem entrevistasse o acusado.
Entrevistamos a esposa dele, que afirmou que ambos moravam no bairro Cinzas, em Santa Quitéria, até novembro do ano de 2013, quando resolveram morar em Varjota, onde ela tem um irmão, com quem o esposo estaria trabalhando como servente.
Neusa disse ainda que seu marido estava cumprindo pena no regime semi-aberto em Santa Quitéria, mas deixou de comparecer a cadeia, como a Justiça determinou. Ela afirmou que só sabe que Canindé responde por um homicídio, que os dois estão juntos há apenas 3 anos e que o assassinato teria ocorrido antes da união deles. Depois disso, segundo a mesma, o acusado não teria nenhum crime.
A FTA de Varjota entrou em contato com a Polícia de Santa Quitéria para que o acusado seja transferido para a cadeia pública quiteriense.
Roberto Lira Notícias