O dono da ideia, João Paulo da Costa, 30, que criou o aplicativo Who is Happy, uma espécie de "Foursquare para maconha", afirma que o recurso “é entretenimento, algo engraçado".
O app permite que o seu usuário faça o check-in no local em que está, quando acende o cigarro. O sistema apresenta gráficos da "felicidade" da pessoa, com o histórico e a frequência de uso da droga.
De acordo com o empreendedor, o plano é "gamificar" dando selos aos locais de maior consumo.
Para o brasileiro, os Estados Unidos é o campo ideal para as ferramentas tecnológicas ligadas ao mercado da maconha, já que os americanos apresentam uma gradual legalização da droga.
De acordo com a Folha, os estados do Colorado e de Washington já permitem o uso, com a possibilidade de serem seguidos por Oregon e Alasca em 2016.
Com a oportunidade de crescimento, João já está de viagem marcada para o Vale do Silício, região dos EUA que concentra grandes negócios de tecnologia.
Para o brasileiro, "não existe bons projetos para o mercado de cannabis".
"A gente não pensa em ficar no Brasil, de maneira alguma. Por aqui é mais complicado, por causa das pessoas. Quando estava na Inglaterra e apresentava a ideia, o pessoal adorava, mas aqui as pessoas têm receio", afirma o empresário.
Futuro do Who is Happy
Em relação ao Who is Happy, o brasileiro afirma que não sabe, ao certo, como vai gerar receita com a ferramenta, mas o foco será conseguir usuários.
Ele revela ainda que é um adepto da maconha, já que sofre de epilepsia e seus derivados têm sido usados, inclusive no Brasil, para tratamento da doença. O jovem empresário conclui que já usou maconha em países onde era legalizado.
O POVO Online