A partir dos estudos feitos na USP, o catarinense Carlos Witthoeft - cuja mãe foi diagnosticada com câncer no útero - soube da descoberta e procurou o Instituto de Química de São Carlos (IQSC/USP) para adquirir cápsulas da fosfoetanolamina. Quando constatou que a droga surtiu efeito, buscou novamente o instituto para aprender a produzi-la e passou a distribuí-la.
Em junho de 2008, Witthoeft foi denunciado para a Vigilância Sanitária e indiciado por falsificação de medicamento, já que a substância não é regulamentada pela Anvisa.
Pacientes começaram a recorrer à USP para adquirir o medicamento. Por ordem judicial, a universidade distribui pílulas para quem detém de liminar.
No dia 28 de outubro, o Conselho Regional de Farmácia de São Paulo autuou a USP por produzir e distribuir a substância sem a presença de um farmacêutico.
O POVO Online