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Médico de Tauá no centro de polêmica de remédio para o câncer

Médico de Tauá no centro de polêmica de remédio para o câncer

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
07/11/2015 às 00h53 Atualizada em 07/11/2015 às 00h53
Médico de Tauá no centro de polêmica de remédio para o câncer
Foto: Reprodução
A partir dos estudos feitos na USP, o catarinense Carlos Witthoeft - cuja mãe foi diagnosticada com câncer no útero - soube da descoberta e procurou o Instituto de Química de São Carlos (IQSC/USP) para adquirir cápsulas da fosfoetanolamina. Quando constatou que a droga surtiu efeito, buscou novamente o instituto para aprender a produzi-la e passou a distribuí-la.
Em junho de 2008, Witthoeft foi denunciado para a Vigilância Sanitária e indiciado por falsificação de medicamento, já que a substância não é regulamentada pela Anvisa.
Pacientes começaram a recorrer à USP para adquirir o medicamento. Por ordem judicial, a universidade distribui pílulas para quem detém de liminar.
No dia 28 de outubro, o Conselho Regional de Farmácia de São Paulo autuou a USP por produzir e distribuir a substância sem a presença de um farmacêutico.

 O POVO Online