Disse que vai "aperfeiçoar a política econômica" para promover uma "retomada mais rápida do crescimento da economia" e mandou um recado ao mercado financeiro, que recebeu mal o anúncio de seu nome. "Podem ficar tranquilos que com o tempo necessário vamos resolver todos os problemas." O ministro evitou comparar a gestão Levy com a linha que pretende adotar no comando da economia. Ele diz que seu maior desafio ainda é o fiscal e elege como principal reforma a da Previdência, que espera enviar ao Congresso no início de 2016.
"Não podemos ficar paralisados por causa de uma turbulência política", declarou. Confiante, previu a aprovação da CPMF até maio.
Estadão Conteúdo