No balanço, o governo federal destaca que a economia brasileira passa por diversos ajustes que promoverão a retomada do crescimento em bases sustentadas. “Mesmo com o Orçamento Geral da União (OGU) adequado às condições atuais, o volume de recursos destinados a esses investimentos continua expressivo e hoje a prioridade se volta para a execução de obras que já estão em andamento”, explica.
A maior parcela das iniciativas, 62,1% ou 23.357, estão “em execução”. Destes 22.301 são considerados “em obras”, isto é, empreendimentos com ordem de início autorizada ou obra já iniciada. Os outros 1.056 estão “em execução”: o empreendimento já foi iniciado e a meta é a realização de estudo, projeto, plano, assistência técnica ou desenvolvimento institucional. O “PAC 3”, uma das promessas de campanha da presidente Dilma Rousseff e que se daria a partir de 2015, não foi anunciado pelo governo. Apesar disso, o balanço chama as obras deste ano de “nova etapa”.
“Nesta nova etapa, o PAC se consolida como um programa estruturante que incentiva o crescimento da economia, “direta e indiretamente, em diversos setores e promove a retomada do planejamento em infraestrutura”, aponta a publicação. O Programa de Aceleração do Crescimento foi criado em 2007, considerado pelo governo federal um dos maiores projetos de infraestrutura logística, energética, social e urbana do país. A segunda etapa do PAC, iniciada em 2011, visava ampliar os investimentos público e privado em obras estruturantes, aprimorando as parcerias com estados e municípios.
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