O caso aconteceu no Mato Grosso na cidade de Sorriso, a 420 km de Cuiabá. Pela primeira vez na história do país, o juiz Anderson Candiotto concedeu a uma criança o direito de modificar seu nome e gênero em seus documentos.

Em declaração, o juiz comentou que a personalidade, comportamento e aparência da criança eram evidentemente femininos. Laudos e avaliações psiquícas também foram emitidos pelo Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual, do Instituto de Psiquiatria, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Hoje Luiza, conta que se sente aliviada pois não terá mais problemas toda vez que alguém confere seus documentos. Pois sempre havia sempre um “zum zum zum” quando ela chegava em algum lugar e a chamavam por Leandro. Acontecia no posto de saúde, em viagens… Agora Luiza poderá viver tranquila e feliz do jeito que escolheu. Viva!
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