Ao citar a fêmea do Aedes aegypti, Dilma inovou e usou três vezes a palavra 'mosquita', que não existe nos dicionários. Conforme informou "O Globo", quem assistia no local estranhou o uso do termo.
"A 'mosquita', ela, é a 'mosquita' que põe em média 400 ovos. Se você considerar que a 'mosquita' transmite também [o vírus], que é ela que pica, que ela que provoca a contaminação das pessoas. Portanto, se for uma senhora grávida, uma moça grávida, o que acontece? Há um grande risco de a criança, se isso ocorrer nas primeiras semanas de gestação, ter microcefalia", disse a presidente aos jornalistas.
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