O ministro também disse que atualmente há "uma politização do procedimento judicial, seja por parte do juiz, seja por parte dos agentes públicos em torno", referindo-se às investigações da Operação Lava Jato.
Aragão nega ter intenção de interferir nas investigações da operação que tem atuação da PF. "Não tenho essa prerrogativa, essa competência", defendeu.
Amigo de Janot
A presidente Dilma Rousseff havia escolhido o novo ministro da Justiça na última segunda-feira (14). Ele tem proximidade com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que conduz as investigações da Lava Jato no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF).
Redação Web