Além da elevada inflação brasileira, o dólar cada vez mais caro é apontado por especialistas como fundamental para o forte aumento constatado, uma vez que grande parte dos insumos para a produção dos remédios são importados, sofrendo influência direta da desvalorização do real no mercado internacional. No ano passado, por exemplo, o reajuste foi por volta de 6%, aproximadamente metade do verificado para este 31 de março de 2016.
O encarecimento vêm em um momento onde muitos dos produtos estão em falta nas lojas, algo que já vem sendo observado há algum tempo. Para o diretor tesoureiro do Sincofarma-CE, Maurício Filizola, a indústria tem segurado os medicamentos com os distribuidores, no intuito de lançá-los após o reajuste. Os motivos exatos para a demora na reposição de estoques, no entanto, ainda não estão claros.
Alternativas
Para fugir da alta nos preços, o consumidor pode recorrer a algumas opções alternativas. Entre elas, optar por produtos genéricos e similares, mais baratos que os originais, ou mesmo aderir à programas de fidelização de alguma rede de sua preferência.
Em cenários como esse, todavia, o mais importante é consumidor se conscientizar de que, antes de tudo, a pesquisa por preços mais em conta é fundamental.
Diário do Nordeste