De acordo com reportagem publicada pelo jornal, o registro consta no cartório do 2º Registro de Imóveis do Rio de Janeiro. Cunha, porém, teria modificado a numeração "por vergonha". A dona da casa contou ao O Globo que o inquilino, que morou na residência de 1998 a 2006, nunca pediu consentimento para apagar o número 171, mas ele chegou a encobrir o número original com uma plaquinha.
A matéria diz que, ainda segundo ela, Cunha se mudou para a Barra "sem nunca ter devolvido as chaves". Ele teria levado a plaquinha 173. Um antigo vigilante da rua, que também falou à reportagem, contou que Cunha "vivia sempre assustado e cercado de seguranças".
Uma das provas que constam na matéria mostra um Boletim de Ocorrência com o endereço errado. Em 2008, Camila, flha de Cunha, registrou queixa da Polícia dando o número 173 ao invés de 171.
O POVO Online