De acordo com fontes próximas, o atual chefe do Executivo estaria "exaurido" com barganhas e com o que um deles define como "chantagem explícita" de parlamentares que ainda não tomaram posição sobre impeachment de Dilma Rousseff. Em alguns momentos, Temer teria até desabafado "então votem na Dilma" em mais de uma ocasião.
Ainda, segundo a colunista da Folha, o procurador-geral da República Rodrigo Janot teria informado a Temer que seu nome não aparece diretamente envolvido na Operação Lava Jato, após o pedido de prisão do presidente do Senado Renan Calheiros (AL), do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), do ex-presidente da República José Sarney (AP) e do senador Romero Jucá (RR).
Redação Web