A maioria dos deputados votou pela rejeição, sendo 48 votos nesse sentido e outros 12 favoráveis para o retorno do processo ao Conselho de Ética, onde deveria ocorrer uma nova votação.
No parecer, Fonseca defendia a anulação da votação do Conselho por acreditar que o painel eletrônico deveria ter sido usado, não a votação nominal.
Durante a reunião da CCJ, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), um dos maiores opositores de Cunha, afirmou que a votação nominal foi acordada entre todos os membros do colegiado e aprovada de forma unânime.
O processo agora segue para o plenário da Câmara, mas só deve ser votado após o recesso branco dos parlamentares, que inicia nesta sexta-feira (15) e só termina dia 31 de julho.
Redação Web