Na documento, o TCU determina "à Secretaria de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional que se abstenha "de promover repasse de recursos federais à obra anteriormente à aprovação do projeto básico ou executivo".
Somente ao Ceará, o governo federal repassa cerca de R$ 30 milhões mensais para manter o andamento da obra.
O governador Camilo Santana (PT) chegou a se reunir com o ministro da Integração, Helder Barbalho para cobrar a continuidade dos repasses, porém, após levantar a voz contra o ministro, foi rechaçado.
Polêmica
No Ceará, a obra teve início em 2013 e gerou polêmica após a pequena PB Construções Ltda. faturou R$ 1.3 bilhão em licitação no Estado.
Somente com dois lotes da obra, a empresa faturou R$ 700 milhões.
Os donos da PB Construções são o filho, Murilo Borges e a esposa do então secretário adjunto de Infraestrutura do governo Cid Gomes (PDT), Otacílio Borges.
Ceará News 7