Com o regime de urgência já instaurado, a oposição apresentou dois requerimentos para votação, de autoria dos deputados estaduais Roberto Mesquita (PSD) e Gony Arruda (PSD), para rejeição da urgência para votação do pacote e da PEC 2/16.
“A matéria é minha, mas a discussão se faz necessária com técnicos para ter noção de como o TCE fará essa incorporação ao longo do tempo. É de extrema seriedade”, argumentou Heitor Férrer ao solicitar a retirada da urgência.
A legitimidade regimental da tramitação em urgência foi um dos principais questionamentos da oposição. Roberto Mesquita afirmou que há “ilegalidade” no tratamento urgente de PEC e que as matérias tiveram “tratamento especial” e “diferenciado de outros iguais, de acordo com o regimento”.
O POVO Online